• Ana Carina Nunes

Um intestino feliz com enzimas, prebióticos e probióticos || A happy gut with enzymes, prebiotics


Na actualidade, a alimentação não é somente uma questão de sobrevivência, tendo-se convertido numa necessidade de saúde e bem-estar, até porque as condições de vida são frequentemente muito exigentes e stressantes. Porém, devido a cada vez mais termos alimentos mais elaborados e industrializados, os elementos potencialmente nocivos para o nosso organismo também são mais frequentes (conservantes, corantes, pesticidas, entre outros), tornando-se uma fonte de toxinas. É por isso que os consumidores cada vez mais se preocupam com a sua própria saúde, uma dieta equilibrada e o meio ambiente, entre outros, e estão cansados de ingerir comidas com nutrientes vazios. Os alimentos devem melhorar especificamente a função do sistema digestivo e não ataca-lo!

Como desde pequena tenho tido alguns problemas de absorção de alimentos e intolerâncias alimentares, decidi investigar um pouco sobre o tema. Comprei há uns 3 anos um livro chamado "A Vida secreta dos intestinos" da alemã Giulia Enders, de 25 anos, formada em Gastroenterologia pela Universidade Goethe de Frankfurt, que se interessou por aquele que descreve como “o nosso órgão mais subestimado”. Neste livro (Editora Lua de Papel, Abril 2015), a autora explica-nos detalhadamente como funcionam os intestinos, desde que damos uma dentada num alimento até ao momento em que o ciclo se completa. Ficamos a saber dados fascinantes (os intestinos têm um cérebro próprio) e o que precisamos de fazer para regular o trânsito intestinal. Do bom funcionamento dos intestinos depende grande parte da nossa saúde: das articulações à pele, até ao peso certo. E para que funcionem bem temos de saber (por exemplo) a diferença entre probióticos e prebióticos, como regular a flora intestinal, os cuidados a ter com a higiene e até a maneira correta de "fazer aquilo que ninguém mais pode fazer por nós".

Um dos aspectos mais – chamemos-lo assim – inesperados do livro é o facto de se ficar a saber que “os intestinos têm um cérebro próprio”. Não confundir com a evidente sensação de que há pessoas que pensam com os intestinos. Não. Os intestinos podem ser brilhantes. Anda-se a estudar essa poderosa e ainda pouco desvendada ligação entre cérebro e intestino. A autora afirma também que os intestinos podem influenciar o nosso sentido de humor. As células nervosas existentes no intestino para além de controlarem a digestão dos alimentos, são também responsáveis por sensações comuns e que são sentidas diretamente nesse órgão. Por exemplo: quando recebermos uma boa notícia ou, ao nos encontramos com a pessoa amada, invade-nos um formigamento agradável – o tal friozinho na barriga. Pelo lado negativo, nas situações de tensão, medo ou angústia parece que somos corroídos por dentro. A repulsa em direção a algo ou alguém pode produzir náuseas e até mesmo provocar o vômito. A neurociência tem explicação para estes sintomas e confirma que o intestino possui altíssima concentração de células nervosas, quase exatamente como a estrutura do cérebro. Ambos produzem substâncias psicoativas que afetam o humor, como os neurotransmissores serotonina e dopamina e vários opióides que modulam a dor. Curioso não?

Abaixo vou tentar sumarizar o que aprendi com este livro e como de facto podemos cuidar bem desse órgão tão representativo no nosso corpo (o intestino), garantindo uma vida saudável e o necessário para o bem-estar geral!

O nosso "2º cerébro" O intestino divide-se em duas parte: o intestino delgado (6 a 9 metros) e o intestino grosso (1,5 a 1,8metros). A principal função do primeiro é a digestão e absorção de tudo o que é ingerido (líquidos, alimentos, medicamentos). Como principal função do intestino grosso temos o armazenamento dos produtos da digestão e a sua preparação para serem eliminados (transição bolo alimentar – fezes), através de processos de fermentação e reabsorção de água. É aqui que reside o único “órgão vivo” do organismo humano: a flora intestinal. 70/80% do nosso sistema imunológico está no nosso intestino. Ele e o estômago são a nossa primeira linha de defesa para tudo o que entra na nossa boca vindo do mundo exterior. Por isso é tão importante que mantenhamos o nosso trato gastrointestinal saudável e em equilíbrio (= Simbiose Intestinal). A medicina funcional, antes de qualquer outro órgão, olha para o nosso trato gastrointestinal sempre que é constatada uma doença crônica.

Hoje sabe-se que a flora intestinal desempenha um papel fundamental na promoção da saúde e na prevenção da doença. Nela habitam cerca de 100 trilhões de bactérias boas de 100 a 1000 espécies. Por essa razão, o equilíbrio da flora intestinal é instável, havendo “uma luta” constante entre as espécies “boas” e as patogénicas. Ainda assim, o delicado equilíbrio da flora intestinal no intestino (simbiose) pode ser interrompido por vários fatores, incluindo:

  • Antibióticos (que matam as bactérias benéficas além das nocivas);

  • Pílulas anticoncepcionais;

  • excesso de antiácidos;

  • beber álcool em excesso;

  • demasiado stresse;

  • dieta pobre em fibras (tanto as solúveis quanto insolúveis) ;

  • pouca Hidratação (beber pouca água)

Quando as bactérias benéficas do nosso intestino são destruídas por qualquer um desses fatores, isso permite que as bactérias nocivas se multipliquem. Os sintomas mais comuns de tal desequilíbrio podem incluir fadiga, colestrol, gases, inchaço abdominal, mau hálito, obstipação, diarreia e má absorção de nutrientes. Não vou entrar aqui, exaustivamente, com todas as formas de mantermos uma flora intestinal saudável, através da alimentação pois cada pessoa tem um organismo e necessidades diferente. No entanto, sugiro que releia alguns posts anteriores sobre os macro e micro nutrientes e sobre que alimentos deve cortar e por quais substituir para contribuir para a uma alimentação equilibrada e consequentemente um bom funcionamento do nosso 2º cerebro. No entanto em casos em que a alimentação não seja suficiente ou seja deficiente, uma saudável digestão e absorção de nutrientes pode ser abordada através de suplementos de enzimas digestivas e probióticos.

Assim, a suplementação poderá ajudar em muito a restaurar o equilíbrio bacteriano intestinal. Recomendo em particular o Kyo-Dophilus 9 ou o Kyo-Dophilus com Enzimas.

Mas o que são afinal todos estes componentes?

Enzimas

O nosso corpo funciona por meio de mais de 5.000 enzimas, que são proteínas especiais produzidas pelo corpo e cumprem a função de catalisadores e reguladores. Ou seja, intervêm como reguladores nas reações químicas do organismo para o funcionamento normal do corpo. Algumas pessoas têm falta de algumas enzimas ou foram-nas perdendo, ou reduzindo, com a idade. As principais enzimas digestivas são: amílase (na saliva), pepsina (no estômago), tripsina, amílase pancreática e lípases (no pâncreas, que as fornece ao intestino delgado), entre outras enzimas. Cada uma delas decompõe um dado tipo de grupo de alimentos. Quando alguém não tem, ou tem deficiência, de uma dada enzima, os respetivos alimentos não são convenientemente digeridos e são transportados para o intestino grosso, onde são fermentados por ataque das bactérias boas existentes na flora intestinal, originando gases e causando a flatulência.

Alimentos prebióticos: A chave é a fibra

Os prebióticos são ingredientes não digeríveis (fibra) dos alimentos que afetam beneficamente o organismo através de um estímulo seletivo do crescimento e/ou atividade de uma ou de um grupo limitado de bactérias no cólon. Entre os prebióticos há diferentes tipos de fibra, nomeadamente a solúvel e os oligossacarídeos não digeríveis. São exemplo os frutoligossacáridos (FOS), presentes na cerveja, aveia, mel, trigo, banana, cebola, alho, tomate, entre outros; a Pectina, da maça e dos cítricos; as Ligninas, das cascas de frutas oleaginosas e leguminosas, como a linhaça e soja; e a Inulina, presente na raiz da chicória, no alho, cebola, espargos e alcachofra. A sua principal função é estimular o trânsito intestinal e a manutenção da flora, estimulando o crescimento das bactérias boas e inibindo a actividade de bactérias nocivas. Por outro lado, também diminuem o pH (acidez), inibindo assim o crescimento de inúmeras bactérias patogénicas que nos protegem de determinadas doenças.

Vantagens dos prebióticos - Estimulam a produção da flora bacteriana, favorecendo a saúde intestinal e o seu correto funcionamento.

- Promovem uma evacuação intestinal regular.

- Contribuem consideravelmente para a redução do risco de doenças cardiovasculares e diabéticas, já que regulam os níveis de colesterol e triglicéridos no sangue.

- Ajudam a evitar o inchaço abdominal, causado pela prisão de ventre e pelo excesso de gases.

- Acidificam o pH intestinal que impede a proliferação de microorganismos patogénicos.

- Protegem o organismo de possíveis infeções, já que estimulam o sistema imunitário intestinal.

Alimentos probióticos: Os microorganismos bons Por seu lado, os probióticos são os alimentos que contêm microorganismos vivos que, ao serem ingeridos em quantidades suficientes, exercem um efeito positivo na saúde que vai além dos efeitos nutricionais tradicionais.

Nesta denominação incluem-se, para além dos microorganismos do iogurte (lactobacillus bulgaricus e streptococcus thermophilus), os de outros leites fermentados de nova geração como as variantes com bifidobacterium lactis, l. casei, entre outros.

Convém lembrar que para que um alimento possa ser considerado probiótico, os seus microorganismos devem estar vivos e em quantidades suficientes, devem ser estáveis e viáveis até à caducidade do produto e devem oferecer benefícios para a saúde de quem os ingere.

Os principais probióticos são bactérias lácticas usadas tradicionalmente em fermentações alimentares, pertencentes aos géneros das bifidobactérias e dos lactobacilos. Encontram-se principalmente nos iogurtes e em bebidas com leite fermentado. Também podem ser adicionados a outro tipo de alimentos como a comida infantil, leite, sumos, iogurtes ou, inclusive, podem ser consumidos sob a forma de comprimidos (suplementos alimentares).

Vantagens dos probióticos - Atenuam a intolerância à lactose.

- Têm efeitos preventivos e terapêuticos contra a diarreia.

- Atuam eficazmente contra a prisão de ventre e regulam o trânsito intestinal.

- Produzem substâncias antimicrobianas e impedem o desenvolvimento de patogénios alimentares.

- Podem atuar sobre os mecanismos naturais de defesa do organismo. Estimulam a atividade dos macrófagos (células do sistema imunitário) e favorecem a produção de anticorpos.

- Diminuem o risco de contrair cancro do cólon e outras doenças intestinais, como a doença de Chron e a colite ulcerosa.

- Favorecem a absorção de vitaminas K e do grupo B, bem como nutrientes e minerais, como cálcio, magnésio, zinco e ferro.

- Melhoram os sintomas da síndrome do intestino irritável.

- Influenciam positivamente o desenvolvimento do sistema imunitário.

Resumo

Os inúmeros benefícios para a saúde são conseguidos em conjunto pois os probióticos e os prebióticos têm um efeito simbiótico, ou seja, potenciam o efeito um do outro. É muito importante consumir probióticos mas esse consumo deve ser acompanhado por uma alimentação repleta de alimentos ricos em prebióticos uma vez que estes funcionam como alimento das bactérias que fazem parte da constituição dos probióticos, potenciando os seus efeitos benéficos no trato gastrointestinal.

Interessante é sermos nós próprios a conceber as nossas refeições simbióticas e por isso não perca todas as receitas que vou publicando aqui com alimentação funcional e equilibrada que ajudam a manter esta simbiose!

Espero que este post tenho sido útil e vos tenha dado a conhecer um pouco melhor a vida secreta dos nossos intestinos.

At present, food is not only a matter of survival, it has become a necessity for health and well-being, even because living conditions are often very demanding and stressful. However, because we have more and more elaborate and industrialized foods, the elements that are potentially harmful to our body are also more frequent (preservatives, dyes, pesticides, among others), becoming a source of toxins. That is why consumers are increasingly concerned about their own health, a balanced diet and the environment, among others, and are tired of eating foods with empty nutrients. Foods should specifically improve the function of the digestive system. Since I have had small problems of food absorption and food intolerances I decided to investigate a little about the subject. I bought three years ago a book called "The Secret Life of the Intestines" by German Giulia Enders, 25, a graduate in Gastroenterology from the Goethe University in Frankfurt, who became interested in what she describes as "our most underestimated organ." In this book (Lua de Papel, April 2015), the author explains to us in detail how the intestines work, from the moment we bite into a food until the moment the cycle is completed. We get to know fascinating data (the intestines have a brain of their own) and what we need to do to regulate intestinal transit. The good functioning of the intestines depends a great part of our health: from the joints to the skin, to the right weight. And for them to work well, we have to know (for example) the difference between probiotics and prebiotics, how to regulate the intestinal flora, how to care for hygiene and even how to "do what no one else can do for us."

One of the most unexpected aspects of the book is that we know that "the intestines have their own brains." Do not confuse with the obvious feeling that there are people who think with the bowels. No. The intestines can be shiny. He is studying this powerful and still little uncovered connection between brain and intestine. The author also states that the intestines can influence our sense of humor. The nerve cells in the gut in addition to controlling the digestion of food are also responsible for common sensations and are felt directly in that organ. For example, when we receive good news or when we meet the loved one, he invades us with a pleasant tingle - the cold in his belly. On the negative side, in situations of tension, fear or anguish it seems that we are eroded inside. Rejection toward something or someone can produce nausea and even cause vomiting. Neuroscience has an explanation for these symptoms and confirms that the bowel has a very high concentration of nerve cells, almost exactly like the structure of the brain. Both produce psychoactive substances that affect mood, such as the neurotransmitters serotonin and dopamine and various opioids that modulate pain. Curious, is not it?

Below I will try to summarize what I learned from this book and how we can really take good care of this representative organ in our body (the intestine), ensuring a healthy life and what is necessary for the general well-being!

Our "2nd Brain" The intestine is divided into two parts: the small intestine (6 to 9 meters) and the large intestine (1.5 to 1.8 meters). The main function of the first is the digestion and absorption of everything that is ingested (liquids, food, medicines). As the main function of the large intestine we have the storage of the products of the digestion and their preparation to be eliminated (food cake transition - feces), through fermentation and water reabsorption processes. This is where the only "living organ" of the human organism resides: the intestinal flora. 70/80% of our immune system is in our gut. He and the stomach are our first line of defense for whatever comes into our mouths from the outside world. That is why it is so important that we keep our gastrointestinal tract healthy and in balance (= Bowel Symbiosis). Functional medicine, before any other organ, looks at our gastrointestinal tract whenever a chronic illness is found.

Today it is known that the intestinal flora plays a fundamental role in promoting health and preventing disease. In it inhabit about 100 trillion of good bacteria of 100 to 1000 species. For this reason, the balance of the intestinal flora is unstable, and there is a constant "struggle" between "good" and pathogenic species. Still, the delicate balance of intestinal flora in the intestine (symbiosis) can be disrupted by several factors, including:

  • Antibiotics (which kill beneficial bacteria beyond harmful ones);

  • Birth control pills;

  • excess of antacids;

  • drink alcohol in excess;

  • too much stress;

  • low fiber diet (both soluble and insoluble);

  • little hydration (drink little water)

When the beneficial bacteria in our gut are destroyed by any of these factors, this allows the harmful bacteria to multiply. The most common symptoms of this imbalance can include fatigue, cholesterol, gas, bloating, bad breath, constipation, diarrhea and malabsorption of nutrients. I will not go here, exhaustively, with all the ways of maintaining a healthy intestinal flora, through food because each person has a different body and needs. However, I suggest you reread some previous posts on macro and micro nutrients and on what foods to cut and why to substitute to contribute to a balanced diet and consequently a good functioning of our 2nd brain.

However in cases where food is not sufficient or deficient, a healthy digestion and absorption of nutrients can be approached through digestive enzyme and probiotic supplements. Thus, supplementation may greatly assist in restoring intestinal bacterial balance. I particularly recommend Kyo-Dophilus 9 or Kyo-Dophilus with Enzymes

But what are these components after all?

Enzymes

Our body works through more than 5,000 enzymes, which are special proteins produced by the body and serve the function of catalysts and regulators. That is, they intervene as regulators in the body's chemical reactions to the normal functioning of the body. Some people have been missing some enzymes or have been losing them, or reducing them, with age. The main digestive enzymes are: amylase (in saliva), pepsin (in the stomach), trypsin, pancreatic amylase and lipases (in the pancreas, which supplies them to the small intestine), among other enzymes. Each of them decomposes a given type of food group. When someone does not have or has a deficiency of a given enzyme, their food is not properly digested and is transported to the large intestine, where they are fermented by attack of good bacteria in the intestinal flora, causing gas and causing flatulence.

Prebiotic foods: The key is fiber Prebiotics are nondigestible (fiber) ingredients of foods that beneficially affect the body through a selective growth stimulus and / or activity of one or a limited group of bacteria in the colon. Among the prebiotics there are different types of fiber, namely soluble and nondigestible oligosaccharides. Examples are fructo-oligosaccharides (FOS), present in beer, oats, honey, wheat, bananas, onions, garlic, tomatoes, among others; Pectin, apple and citrus; Lignins, peel of oilseeds and legumes, such as flaxseed and soybeans; and Inulin, present in the root of chicory, garlic, onion, asparagus and artichoke. Its main function is to stimulate the intestinal transit and the maintenance of the flora, stimulating the growth of the good bacteria and inhibiting the activity of harmful bacteria. On the other hand, they also lower the pH (acidity), thus inhibiting the growth of countless pathogenic bacteria that protect us from certain diseases.

Advantages of prebiotics - Stimulate the production of the bacterial flora, favoring the intestinal health and its correct functioning.

- Promote a regular bowel movement.

- They contribute considerably to the reduction of the risk of cardiovascular and diabetic diseases, since they regulate the levels of cholesterol and triglycerides in the blood.

- Helps prevent abdominal bloating, caused by constipation and excess gas.

- Acidify the intestinal pH that prevents the proliferation of pathogenic microorganisms.

- Protect the body from possible infections, since they stimulate the intestinal immune system.

Probiotic food: Good microorganisms On the other hand, probiotics are foods that contain living microorganisms that, when ingested in sufficient quantities, have a positive effect on health that goes beyond traditional nutritional effects.

This name includes, in addition to the microorganisms of yoghurt (lactobacillus bulgaricus and streptococcus thermophilus), those of other fermented milks of the new generation such as the variants with bifidobacterium lactis, 1. casei, among others.

It should be remembered that for a food to be considered probiotic, its microorganisms must be alive and in sufficient quantities, they must be stable and viable until the product expires and they must offer health benefits to those who eat them.

The main probiotics are lactic bacteria traditionally used in food fermentations, belonging to the genera of bifidobacteria and lactobacilli. They are found mainly in yoghurts and in drinks with fermented milk. They can also be added to other foods such as infant food, milk, juices, yogurts or even can be consumed in the form of tablets (food supplements).

Advantages of probiotics - They attenuate lactose intolerance.

- Have preventive and therapeutic effects against diarrhea.

- They work effectively against constipation and regulate intestinal transit.

- Produce antimicrobial substances and prevent the development of foodborne pathogens.

- They can act on the body's natural defense mechanisms. They stimulate the activity of macrophages (cells of the immune system) and favor the production of antibodies.

- Decrease your risk of getting colon cancer and other intestinal diseases, such as Chron's disease and ulcerative colitis.

- They favor the absorption of vitamins K and of group B, as well as nutrients and minerals, like calcium, magnesium, zinc and iron.

- Improve symptoms of irritable bowel syndrome.

- Influence positively the development of the baby's immune system.

Summary

The numerous health benefits are achieved together as probiotics and prebiotics have a symbiotic effect, ie potentiate the effect of each other. It is very important to consume probiotics but this consumption must be accompanied by a food filled with foods rich in prebiotics since these function as food for the bacteria that are part of the constitution of probiotics, potentiating their beneficial effects on the gastrointestinal tract.

It is interesting to be ourselves to design our symbiotic meals and so do not miss all the recipes that I publish here with functional and balanced food that help to maintain this symbiosis!

I hope this post has been helpful and made you know a bit better the secret life of our gut


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